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A estante do IKEA não guarda apenas livros… 

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Indíce

A ação publicitária da empresa multinacional sueca (IKEA) foi alvo de vários comentários tanto nas redes publicitárias como no espaço televisivo de comentário político. 

O que aconteceu? 

A campanha foi da autoria da Uzina que tinha o intuito era promover uma estante. Mas acabou por ser motivo de alguma polémica. A sugestão é simples “Boa para guardar livros. Ou 75.800 euros”. Porém é uma referência clara à quantia em dinheiro encontrada em São Bento, no escritório de Vítor Escária, antigo chefe de gabinete de António Costa. Mais tarde, no mesmo dia da descoberta o primeiro-ministro viria a anunciar o pedido de demissão. Consequentemente as eleições legislativas seriam antecipadas para 10 de março. 

Em comunicado enviado ao Expresso, a IKEA, comunicou ao Expresso, que há cerca de 20 anos tem presença em Portugal sustenta que gosta de “desenvolver campanhas que reflitam a sua vida real”. Assim, a nova campanha publicitária aborda “rotinas, conversas, discussões, mais e menos acesas, e o próprio humor” com que se aborda “os temas mais sérios”. Contudo, a empresa de retalho nega ”qualquer intenção ou propósito de contribuir, seja de que forma for, para o debate partidário e para o atual contexto pré-eleitoral que se vive no país“. 

Respostas de outras marcas 

No dia em que o IKEA lançou a sua comunicação outras empresas decidiram aproveitar para também, com humor, criarem as suas próprias ações publicitárias acerca da mesma temática.  

Um dos exemplos enigmáticos foi a Staples que respondeu diretamente ao IKEA com uma publicação no Instagram. 

A marca sueca viu a publicação da loja de material de escritório e respondeu-lhe.  

No entanto, a IKEA não foi a única a responder à Staples empresas como a Glovo e a ACP também participaram. 

Além disso, tivemos ainda a participação do Gato Preto. 

Outros exemplos de empresas que dicidiram entrar na birncadeira.

Qual o objetivo com a campanha? 

A comunicação publicitária começou num outdoor na rua feito pelo IKEA, chegou as redes sociais pela partilha do publico e pelas respostas à ação por outros marcas. Além disso, a polémica levou o tema e o nome da marca para a televisão.  

O objetivo era aproveitar um tema do momento para se aproximar a marca do público português. A diretora de comunicação da Ikea Portugal acrescentou ainda que a campanha surgiu no contexto de uma “forte redução dos preços”. Neste sentido mencionou ainda que, “Toda a comunicação tem sido mostrar quão acessível a nossa gama está, apesar da inflação ainda continuar alta“. 

Apesar de alguns comentadores descordarem da ação, a realidade é que nenhum momento a IKEA ou alguma das outras marcas que se juntaram mencionaram alguma preferência partidária, nem difamaram ninguém. Aliás, não é a primeira vez que a marca sueca em Portugal aproveita a atualidade política, por exemplo, os outdoors promoviam edredons “para se aquecerem sozinhos ou coligados”. Para já não estão previstos mais temas. 

Fonte: Observador 

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