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Comissão Europeia quer 40% da tecnologia “net zero” fabricada na Europa

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Indíce

Comissão Europeia quer 40% da tecnologia “net-zero” fabricada na Europa para atingir as metas da UE até 2030.

A Comissão Europeia lançou esta quinta-feira o Net Zero Industry Act, o plano europeu para uma indústria mais verde.

Net Zero Industry Act

Antes de tudo, a Comissão Europeia lançou esta quinta-feira o Net Zero Industry Act, o plano europeu para uma indústria mais verde. Assim, este plano reforça o incentivo ao investimento em tecnologias de descarbonização na União Europeia, uma vez que define metas em relação à origem destes equipamentos — 40% deverá ser “made in Europe” — e também em relação à captura de carbono.

O Ato vem fortalecer a resiliência e competitividade das tecnologias net-zero, fabricadas na União Europeia, tornando o nosso sistema energético mais seguro e sustentável”.

No entanto, Net Zero Industry Act propõe um conjunto de metas e compromissos que poderão redesenhar a economia europeia associada à descarbonização, ao criar incentivos para a indústria de fabrico das tecnologias necessárias para cumprir esse objetivo. A agilização do licenciamento ambiental será uma dessas vias.

Qual é o objetivo para melhorar a comissão europeia?

Por fim, o objetivo é “criar melhores condições para instalar projetos net-zero na Europa e atrair investimento”. Para isso, a Comissão Europeia prevê seis pilares:

  • Reduzir a carga administrativa, simplificando o licenciamento, e criando o estatuto de “Projetos Estratégicos Net-Zero”. Aqueles considerados essenciais para reforçar a “resiliência e competitividade da indústria europeia, como é o caso de tecnologias de captura de CO2. “Deverão beneficiar de períodos mais curtos de licenciamento”;
  • A definição da meta de criar uma capacidade de injeção anual no subsolo de 50 milhões de toneladas de dióxido de carbono. Aqui, os produtores de petróleo e gás deverão dar contributos “proporcionais”;
  • Os leilões para o fornecimento de tecnologias livres de carbono deverão ter em conta critérios de resiliência e sustentabilidade;
  • A criação de Academias da Indústria Net-Zero, para assegurar que os trabalhadores receberão formação adequada;
  • Vai ser possível testar tecnologias de zero carbono inovadoras com a flexibilização da legislação aplicável, permitindo-se a criação de quadros regulatórios específicos para acomodar estes testes;
  • Criação da Plataforma Europeia Net-Zero, que servirá para promover a coordenação entre a Comissão e os Estados Membros nesta matéria, assim como entre os atores setoriais. Ao mesmo tempo, deverá disponibilizar dados para monitorizar o progresso, identificar as necessidades financeiras para captar investimento, assim como as melhores práticas a serem aplicadas nos projetos europeus.

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Fonte: Sapo

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