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Empreendedorismo e inovação social caminham de mãos dadas

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Indíce

Debate sobre empreendedorismo e Inovação social
Inês Sequeira e Gil Azevedo

Há cada vez mais empresas cientes da importância de abraçarem um papel ativo na construção de um mundo melhor pela via da responsabilidade social. Cada vez mais empresas incluem na sua ação os conceitos de empreendedorismo e inovação social.

O que é empreendedorismo e para que serve? 

A palavra empreendedorismo diz respeito a um processo de implementar projetos, criar novas oportunidades de negócio, sobretudo, de transformar a idealização em produtos, desenvolver soluções e investir recursos na criação de algo positivo para as empresas. Contudo, pode funcionar em paralelo enquanto ferramenta social, assumindo uma interferência positiva na vida das comunidades.  

Quais são as vantagens de ser empreendedor? 

  • Sucesso; 
  • Investimento inicial; 
  • Alcançar sonhos e objetivos; 
  • Autonomia; 
  • Trabalhar com o que gosta; 
  • Independência; 
  • Rendimentos/lucros. 

Qual é o conceito de Inovação Social? 

A inovação social é definida como a criação e implementação de respostas inovadoras e viáveis a questões ambientais ou sociais. Em outras palavras, faz parte da exploração de novas formas de pensar, conectar e organizar a sociedade. Embora pode estar presente em diversas áreas da vida, como por exemplo: setor social, público ou privado.  

  • Reforçar o caráter social da organização; 
  • Possibilitar a organização a atuar e ter um papel social mais ativo. 

Opinião dos empreendedores no programa: Conversas por Boas Causas 

Neste artigo, a relação entre empreendedorismo e inovação social foi o assunto da últimaConversas por Boas Causas, uma iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa em parceria com a TSF Rádio Notícias e o jornal de notícias.

Segundo Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto da SCML, explicou que “o empreendedorismo pode ser um instrumento para se atingir uma sociedade mais sustentável e inclusiva”, mas os empresários não devem descurar uma vertente associada ao bem comum nas suas práticas e a empreendedora acrescentou, “a pressão que existe em gerações como a dos millennials e da geração Z já se sente e faz com que as empresas percebam que se não olharem a questões sociais e ambientais, não vão ter lugar para existir”.  

No entanto, o diretor executivo Gil Azevedo da Startup de Lisboa, considera que o âmbito empreendedor deve “dar resposta aos problemas da sociedade”, notando ao mesmo tempo que “esses problemas foram evoluindo e são, hoje, diferentes dos de há 30 anos”.  

Entretanto o responsável contou que “se têm observado, crescentemente, projetos na área das start-ups com impacto na área da sustentabilidade e que acabam por contribuir para um mundo melhor”

Para o futuro, ambos os empreendedores reiteraram a ideia de que o desafio está, de forma obrigatória, em encontrar o equilíbrio entre os lucros e a ação comunitária. 

Conclusão

Por fim, “Quando os negócios têm uma finalidade económica, são precisos resultados que permitam um crescimento que se traduza em termos sociais”, afirmou o diretor executivo.  

Contudo, “O paradigma de capitalismo tem de ser alterado para ser mais ético, as partes sociais e ambientais têm de estar presentes”, comentou a administradora da SCML

Fonte: Jornal de Notícias

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