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AEP quer os mais velhos a empreender 

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Indíce

Benefícios fiscais e apoios específicos na AEP.

AEP tem benefícios fiscais e apoios específicos que deverão fazer parte do plano para dinamizar o empreendedorismo sénior no país, defende a instituição liderada por Luís Miguel Ribeiro

Qual é a opinião do presidente da Fundação AEP?  

O presidente da Fundação AEP, Luís Miguel Ribeiro, defende que “Mais de metade da população ativa portuguesa está hoje acima dos 45 anos”. Além disso, com “o aumento da esperança média de vida, obriga a que se repense o papel dos seniores na economia e na sociedade”. Como tal, o presidente considera ser fundamental “que se repense o papel dos seniores na economia e na sociedade, tirando partido da sua experiência, conhecimentos e capacidades, e mantendo-as ativas, com os consequentes benefícios a nível da saúde física e psíquica de quem se sente útil, valorizado e acarinhado“. 

Que tipo de medidas que a Fundação AEP quer?

Antes de mais nada, a Fundação AEP quer medidas de política pública que “discriminem positivamente” o empreendedorismo sénior. Além disso, fazem parte da prospostas, aTaxa de IRC reduzida nos primeiros três a cinco anos, adiantamento de três anos da pensão de reforma para financiar a criação de um negócio, bem como permitir a reforma antecipada para efeitos de criação de uma empresa.

Empreender 45-60

Antes de tudo, o projeto “Empreender 45-60″ é a designação “que pretende criar uma Estratégia Nacional de Apoio ao Empreendedorismo Sénior, potenciando as capacidades desta população “através dos vários papéis que podem assumir na esfera empresarial“, quer como empreendedores, freelancers ou mentores.  

“O empreendedorismo sénior representa um enorme potencial de prosperidade económica, seja através da criação de novas empresas, criando simultaneamente mais emprego, seja através da intergeracionalidade, em que os seniores assumem o papel de mentores ou investidores, apoiando jovens empreendedores”.

Nesse sentido, foi Criado um plano de ação, que tem como horizonte o ano 2030 e que pretende envolver o governo, as instituições públicas, como o IEFP, IAPMEI e Startup Portugal, associações empresariais, sistema científico, bem como a banca e entidades ligadas ao financiamento.

Contempla cerca de 30 medidas distintas, divididas por quatro eixos de ação, ligados à:

  • Capacitação;
  • Cooperação e comunicação;
  • Política pública;
  • Financiamento.

Sendo esta uma área determinante para quem se quer aventurar no mundo dos negócios. 

Porém, “Temos que trabalhar com o Banco Português de Fomento, com as sociedades de garantia mútua, os business angels e com a própria banca para encontrar soluções à medida desta faixa etária e deste tipo de empreendedores“, defende Luís Miguel Ribeiro.

O objetivo é, por exemplo, que o IAPMEI crie um sistema de incentivos para apoiar programas de aceleração e incubação.

O desenvolvimento de competências, designadamente através da Academia Empreender 45-60, e a promoção de ações de business matching e de mentoria estão também previstas. 

Surgimento do projeto “Empreender 45-60”

Um plano que surge na sequência do Projeto Empreender 45-60, que começou em 2016, então apenas centrado na região Norte. Com o apoio do programa Compete, ajudou à transformação de 52 ideias de negócios em empresas. A segunda edição do projeto está, agora, em curso, já com um âmbito nacional e envolvendo cerca de 60 empreendedores em ações de mentoria. Cinco planos de negócio estão já concluídos e em fase de criação de empresa. O objetivo é concluir 12 até ao final do projeto, no verão. 

Contudo, o tema será debatido e o plano de ação apresentado numa conferência internacional agendada para amanhã na sede da AEP, em Matosinhos, com a secretária de Estado da Inclusão, durante a qual serão conhecidos exemplos de boas práticas internacionais na promoção do empreendedorismo sénior. 

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Fonte: Dinheiro Vivo 

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