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Os fundamentais do Marketing são para sempre

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Indíce

Adoramos coisas novas no Marketing.

Por Gustavo Mendes, diretor do programa Brand Management da Porto Business School 

Viés de novidade no Marketing

Os seres humanos, em geral, e nós profissionais de Marketing, em particular, adoramos coisas novas no Além disso, as últimas ideias, as últimas tecnologias… Entre uma coisa nova e outra antiga, o nosso cérebro irá, automaticamente, encaminhar-nos para a novidade. Mais, não só nos vai encaminhar a atenção para o que é novo, como nos vai dizer que o que é novo é melhor. No entanto, a Psicólogia e a Económia comportamental chamam-lhe “viés de novidade” (“novelty bias”). 

Consequências  

O risco deste viés é que, dada a oportunidade de experimentar um novo recurso ou ferramenta, a pessoa ou profissional irá sempre escolher experimentá-la, acreditar à priori que é melhor e que, por isso, não precisa de ir ao que é “antigo” (ou anterior). Sobretudo, ao ritmo alucinante com que somos bombardeados com inovações podemos ficar presos numa espiral de “novidade em novidade”, sem nunca dedicar o tempo merecido aos fundamentais (ou básicos). 

Os inúmeros nomes que nos últimos 10 anos apareceram para “renomear” o marketing, apresentando a cada par de anos um “novo marketing”, este sim o melhor e o mais avançado.  

Novos gurus precisam de novos “marketings”. O tempo, a energia e o dinheiro gasto a reinventar a roda é, no mínimo, um desperdício, com um custo de oportunidade gigante. 

Mudanças no Marketing 

O que muda não é o marketing propriamente dito, mas sim o contexto sobre o qual o marketing atua. Os “fundamentais do marketing” são para sempre. O que muda é o contexto no qual aplicamos esses fundamentais.  

O marketing digital ou a inteligência artificial mais acessível a todos (com o ChatGPT) não vieram pôr em causa os 4P’s nem sequer introduzir novos, mas vieram, sim, dizer que a forma como os aplicamos irá mudar, porque agora temos um contexto diferente, com mais canais, mais formas de comprar, de distribuir, entre outras coisas semelhantes. A tecnologia – eventualmente até ao dia da “Singularidade” – não mudou os consumidores, mudou sim o contexto.  

O marketing não precisa de reinventar os fundamentais ou inventar novos, precisa sim é de perceber bem esses fundamentais e como os vai utilizar dentro do contexto que mudou. 

Conclusão 

Por isso, a proposta é o foco no estudo dos fundamentais do marketing. Com efeito, o domínio deles é o que vai garantir a diferença de cada vez que a disrupção vai bater à nossa porta. É o conhecimento dos fundamentais que nos dá os alicerces para perceber como usar a tecnologia ao serviço dos consumidores, numa gestão de marketing centrada nas pessoas e para as pessoas. Vamos a isso? 

Já leu o artigo sobre  o ”Miguel Lourenço assume direção de Marketing e comunicação da Nextbitt ?” Se não, clique aqui para saber mais!  

Fonte: Marketeer 

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