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EDP regista boas possibilidades de investimento no presente 

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Indíce

A empresa EDP refere haver, ainda, boas chances de investimento, em Portugal, apesar dos tempos atípicos a que decorrem. 

Segundo Miguel Stilwell de Andrade – Chief Executive Officer da EDP e EDPR, a EDP continua a observar boas oportunidades de investimento, em Portugal. Estes investimentos inserem tanto as redes de distribuição como, também, as energias renováveis.  

Foi registado, pela EDP, um prejuízo de 257 milhões de euros, em Portugal, em 2022. Todavia, a empresa reafirma a sua presença com o território português, onde realça haver “boas oportunidades”. Em acrescento, refere ainda que “Vamos continuar a investir em Portugal, reforçando o nosso impacto nos próximos anos”. A empresa espera investir mais de 3 mil milhões de euros no país até 2026. E das 2.000 contratações previstas até 2026, cerca de um terço deverá ter lugar em Portugal. Em 2022, 13% do investimento (CAPEX) da EDP teve como destino Portugal, ainda assim abaixo dos 16% que couberam ao Brasil e dos 41% que se destinaram para a América do Norte. 

O líder da EDP reconhece que, na hora dos investidores saberem onde investir a sua carteira, o lucro da empresa permanece-se “fortemente penalizado pelo fraco desempenho de Portugal”. Para além disso, devido à seca extrema verificada em 2022, facilitou com que este prejuízo fosse mais significativo. Este acontecimento derivou do desvio de 3,5 TWh na produção hídrica ibérica em relação ao expectável (devido ao impacto negativo referido anteriormente). 

Compromisso com Portugal

“Temos um compromisso histórico com Portugal, contribuindo para a sua descarbonização”, destacou a EDP na apresentação da atualidade da organização. Nos 20 anos anteriores, a companhia impôs 6 gigawatts de energias limpas, investiu cerca de 15 mil milhões de euros no país, criou 7250 empregos diretos e indiretos e fornece energia a cerca de 7 milhões de portugueses. 

Atualmente, a EDP soma em Portugal dois projetos de hidrogénio verde. Estarão situados em Sines e no Ribatejo, com vista a instalar sistemas de bombagem em barragens como a do Alto do Lindoso. Para além disso, realça a rede de 2000 postos de carregamento elétrico – o primeiro parque solar flutuante – inaugurado no Alentejo (mais propriamente Alqueva) e, ainda, a estreia no eólico offshorte efetuada em águas portuguesas. 

Artigo tendo por base o Eco Sapo; 

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