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Ignorar a voz dos colaboradores pode quebrar uma empresa

A voz dos colaboradores
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Indíce

As alterações no modus operandi das organizações relativamente à atual gestão de recursos humanos, veio para ficar. Ouvir a voz dos colaboradores é fundamental para o sucesso empresarial.

A voz dos colaboradores

A gestão de recursos humanos hoje

Atualmente, o método de trabalho dos profissionais de mercado está numa transição radical. Como, onde, com quem, e o porquê de trabalharmos, como também com que meios exercemos a nossa profissão, são questões que começam a fazer parte da elaboração das estratégias de gestão de recursos humanos das organizações. Isto deve-se ao ritmo de mudança acelerado pelos acontecimentos recentes (pandemia, guerra do Leste e inflação). 

Todavia, isto veio a gerar um mercado altamente competitivo no que toca à área de recursos humanos. Os gestores desta área terão que orientar as suas empresas e pessoas de forma a sobreviver nestes tempos de incerteza e dificuldade económica. 

A voz dos colaboradores

Nesse sentido, ignorar a voz dos colaboradores pode vir a ser o que quebra uma empresa. No atual contexto socioeconómico “quem não ouve é como quem não sabe”. Não estar interessado pelas opiniões, sugestões e metas individuais face à situação empresarial nas suas variadas competências, é o primeiro passo para a perda de talento o qual é crucial para enfrentar os desafios da atualidade. 

O bem-estar dos trabalhadores

Continuamos a ver que o zelo pela saúde física, emocional e mental dos trabalhadores é fundamental para a própria saúde da empresa. Contudo, este mesmo zelo não é visto apenas como um benefício para o indivíduo. É, também, uma técnica competitiva para captação de talento e retenção do mesmo, o qual é fulcral para ultrapassar os novos objetivos impostos pelo rápido desenvolvimento do mercado atual.

Novas políticas organizacionais

Surge necessidade de adotar um novo método de gestão do capital humano nas empresas. Deste modo, necessita-se repensar as políticas organizacionais. Uma forma de alcançar isto, poderá ser através de seguros de saúde, flexibilidade laboral, planeamento financeiro e reforma, apoios à educação bem como ao transporte do funcionário. 

Sob o mesmo ponto de vista, vem ao de cima o conceito de “anywhere work productivity”. Este novo conceito requer ferramentas, práticas e competências que apoiem a coordenação e cooperação virtual, a digitalização, a comunicação e a gestão ágil de pessoas e equipas. 

A inteligência técnica e emocional do profissional de mercado torna-se crucial na análise de funções e processos de recrutamento e seleção. Deverá a empresa implementar práticas como reskilling e upskilling, através de formações contínuas ao longo da vida profissional do individuo na empresa.  

Deste modo, não só aumenta a produtividade do indivíduo e qualidade do seu trabalho, como também, garante ao indivíduo relevância no mercado de trabalho. Mais ainda, fomenta a longevidade humana e a normalização de um profissional absorver diversas carreiras ao longo da sua vida profissional.

Das chefias

Em suma, erguer a empresa ao nível de sucesso e mantê-la nesse mesmo nível, requer das chefias visão e sensibilidade às evoluções na economia nacional e mundial. Obriga a desenvolver competências emocionais, criar uma forte familiaridade com a atual era digital e resiliência. Isto, mostra às equipas que lidera a existência de um lugar para cada particularidade que o colaborador apresenta e para as competências que adquiriu até ao momento, capitalizando a favor dos resultados organizacionais e o bem-estar do trabalhador.

Fonte: Entrevista a Gonçalo de Salis Amaral

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