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Trabalhadoras da Cofaco lutam pelos seus direitos

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Indíce

A Cofaco, em São Miguel, vai sofrer inúmeras paralisações entre 1 de maio e 28 de agosto. O foco? Lutar pela progressão das carreiras.

O que é a Cofaco?

A Cofaco é uma empresa portuguesa que destina a sua atividade em 3 setores, nomeadamente a pesca, a indústria e a distribuição. Inicialmente, o negócio localizava-se no Algarve, agora conta com uma unidade fabril na Ribeira Grande, nos Açores.

Como tal, a empresa orgulha-se por ser um dos maiores empregadores industriais na região dos Açores. É importante realçar, que a empresa tem um impacto positivo no PIB dos Açores.

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Então o porquê destas paralisações?

Todavia, esta luta não começa agora em maio. A primeira greve, partiu perante as operárias da unidade de São Miguel, desde setembro de 2022. Deste modo, as mesmas lutam pelo progresso da carreira profissional, no que diz respeito ao “aumento do subsídio de alimentação e das diuturnidades e aumentos salariais justos”. Além disso, as colaboradoras da Cofaco exigem melhores condições no trabalho, “dignificação e valorização de trabalho”, de modo a conseguir conciliar a vida pessoal à profissional.

Defesa dos direitos da colaboradoras da Cofaco

O dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Alimentação, Bebidas e Similares (SITACEHT/Açores) Vítor Silva veio a público. 

Segundo o próprio, estes protestos já são o “terceiro pré-aviso” e, adiantou que a luta conta agora com uma novidade, “luta pelas 35 horas de horário semanal”. Porém, esta luta não aborda só este ramo. Esta reivindicação vai transpor outras empresas e setores da região, tais como auxiliares dos colégios. Porquê a luta pelas 35 horas? Porque os trabalhadores necessitam da “conciliação da vida pessoal e a profissional”.

Em análise, Vitor Silva afirma que estas colaboradoras estão a ser prejudicadas, uma vez que “auferem o salário mínimo, e quando se reformam, tem reformas de miséria”. Portanto, os únicos aumentos que estas vêm no seu rendimento, são os que são impostos pela região.

Todavia, a resposta da Cofaco ao dirigente do sindicato, não foi o desejado! Este afirma que a empresa não aceita as propostas e daí advém estas paralisações. Como não existe outra solução, as colaboradoras vão “continuar a luta e avançar com o aviso prévio de greve.”

Como vai decorrer os protestos?

Os protestos decorrem entre 1 de maio e 28 de agosto, estão previstas greves às segundas e sextas feiras e, as trabalhadoras não farão horas extras.

Nesse sentido, Vitor Silva declara que “220 trabalhadores da Cofaco, 85% está impossibilitada de progredir na categoria profissional”

Em suma, os pilares da reivindicação apoiam o “aumento de 5% para 10%” do acréscimo regional para o nacional. Além disso, reforçam a redução das horas de trabalho para 35 horas e o aumento do subsidio de alimentação.

Fonte: Açoriano Oriental.

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